Publicado por: kastutz em: março 18, 2010
Faz séculos que não posto. E olha que assunto não faltou. Fiz aniversário, fui em evento da Ferrari, Classic Cup, Semana Cultural do Automobilismo, Fórmula Indy, e ainda teve o início da temporada de Fórmula 1……..
Acompanhem comigo a seguinte fórmula:
TWITTER + MSN = PRODUTIVIDADE ZERO
No way, tenho que colocar um limite de tempo para usar o msn. Porque quando estou online, mal consigo ver o twitter! #comofas?
E o pior que quando eu estou agitada eu não consigo postar direito, preciso me concentrar, mas ultimamente qualquer coisa me distrai. Hoje até peguei o ônibus errado. E em um caminho que eu faço sempre! Como pode? O pior que o trajeto é semelhando até um pedaço. Pois bem na outra parte que é diferente eu cochilei. Só fui ver o que estava acontecendo quando chegou ao ponto final. Ainda bem que o último ponto era em um metrô. #Fail. Deve ser a idade. E por falar nela… fazer tantos anos quanto eu fiz merece um post. Mas não agora. rs
Inté.
Publicado por: kastutz em: fevereiro 18, 2010
Daí que é meio-dia e eu não consegui dormir desde ontem. Meu horário está desregulado, mas hoje está passando dos limites. Talvez o remédio que eu não consegui comprar e estou sem tomar contribua para essa agitação. minha cabeça não para. Sinto o que nem sei o que é, nem se devia sentir. Tudo está estranho.
Cansada de tentar dormi, me rendi à insônia. Tento fazer alguma coisa útil. Nem liguei a internet ainda. Descobri que msn e Twitter são coisas que me enriquecem muito como pessoa, mas me tiram o foco como eu nunca vi. Achei estar imune ao ‘vírus’ do msn, mas quando menos imaginava, fiquei viciada novamente. Talvez as pessoas interessantes que tenham aparecido na minha vida por conta do Twitter contribuam para isso. Fato.
Na minha cabeça tenho uns 3 ou 4 posts para o Nascar Brasil, mais uns 2 para o Terra dos Mil Lagos… Só não sei se sairão da minha cabeça.
Quanto ao meu projeto de organização, consegui prosseguir um pouco, colocar meus objetivos no papel e desenvolver alguns dos projetos. Quer dizer, escrever o que tenho que fazer para realizá-los. Agora falta a parte mais prática, digamos assim. Quero pendurar o quadro na parede e depois tiro uma foto para postar.
Vamos, lá. Firme e forte. Um passo de cada vez.
Publicado por: kastutz em: fevereiro 10, 2010
Acho que passei a vida toda tentando me organizar. Sem sucesso. Já li vários livros, tentei várias técnicas… e nada. Todas ficam pela metade. O pior (ou melhor, nem sei) é que isso só acontece na vida particular. Para trabalhar eu sou super organizada, anoto tudo, faço tabelas e tudo o mais.
Meu sonho é ser realmente organizada. Amo ficar no Flickr olhando fotos de projetos de organização… Já tentei o GTD, mas me perdi no meio do caminho. O negócio de fazer uma revisão semanal do sistema (Weekly Review) nunca rolava… aí, já viu. Também tentei o Pile of Index Cards (PoIC), mas por pouco tempo. Estou lendo o “First Things First” do Stephen Covey, mas não sei se vou usar a matriz com os quadrantes, apesar da ideia de separar as coisas por prioridades ser muito interessante (você separa as coisas como sendo: 1. Urgente e importante; 2. Importante, mas não urgente; 3. Urgente, mas não importante e 4. Não urgente nem importante).
Comprei um Moleskine para ver se me animo. Mas eis que fico com dó de escrever nele. Sério. Ah, não sei explicar, é como ganhar um doce que você quer faz tempo… e então você faz de tudo para que ele acabe bem devagarzinho… rs Enfim, agora estou em um dilema. Porque seguindo o modelo do GTD, eu quero ter uma lista de projetos. Em cada projeto, os passos que eu tenho que seguir para realizá-lo (next actions). Esses passos eu vou colocando aos poucos em uma lista diária de coisas a fazer. Ih, complicou né? Depois eu explico melhor.
O dilema é o seguinte: eu não sei se coloco os projetos no meu Moleskine, ou só a lista das coisas que eu tenho que fazer…
Pensei em usar o Personal Kanban para visualizar os meus projetos e escrever as próximas ações. Você usa um quadro e divide em três partes: Projetos a serem realizados / O que você está fazendo no momento / Finalizados. Para cada projeto você faz uma fichinha ou post-it e coloca no quadro. Aqui você pode ver alguns exemplos. Usando o Kanban, o meu caderno seria apenas para anotar as próximas ações, o que eu tenho que fazer na prática, no dia-a-dia, além de ideias, lembretes, etc.
A outra alternativa é usar o Moleskine para colocar os projetos no papel e talvez usar um outro método para as ações diárias. Sou fã das coisas que o Dave Seah faz, e pensei em imprimir os formulários dele, que são o máximo. Mas eu sou meio mão de vaca pra tinta de impressora. Hahaha (Ok, no caso a tinta acabou e eu preciso comprar…). Aliás, o Seah tem umas ideias ótimas para estabelecer objetivos, planejar os projetos e acompanhar a evolução deles, o “Groundhog Day“. Ao invés de traçar seus planos na virada do ano, ele propõe que isso seja feito com calma, depois dos período de festas, mais precisamente no dia 02/02 (err, no caso, se eu quisesse seguir isso, eu já estaria atrasada!). Todo mês você revê o que foi feito, o que deu certo ou não, e quais as metas atingiu, mas em dias certos: 03/03, 04/04… e assim por diante. Gostaria de acrescentar algo do gênero no meu método de planejamento.
Claro que eu poderia também anotar as coisas a fazer em um papel qualquer, sem imprimir nada.
Só sei que nada sei. Discutir o método sem colocá-lo em prática não é tão ideal assim. Acho que decidirei no método “Minha-mãe-mandou..” e depois posto o que decidi e o progresso (ou não) do meu processo de tentativa de organização.
Obs.: Post confuso, né? Eu sei. São 4 da manhã. Me deem um desconto!
Publicado por: kastutz em: janeiro 8, 2010
Minha mãe está passando muito mal do estômago. Nessas horas eu sinto o verdadeiro peso de ser filha única de mãe solteira. Com o agravante de não ter parentes por perto. Somos só nós duas. E o cachorro. Acho que isso afeta minha dependência afetiva porque quando conheço alguém legal sinto que tenho uma pessoa com quem contar, que não estou mais tão sozinha. Me sinto mais segura. Um tipo de “Complexo de Cinderela”, onde o príncipe vem te resgatar da sua vida miserável e te transformar em uma princesa.
Já aprendi que para ser feliz com alguém você primeiro precisa ser feliz sozinha, que nada vai preencher o vazio dentro da gente a não ser nós mesmas com a ajuda de Deus. Já coloquei tudo nas mãos dEle, mesmo que seja tão difícil de acreditar às vezes. Tento melhorar a cada momento, um dia de cada vez. Leio, escrevo, medito, oro. Mas nessas horas parece que o vazio é muito maior do que eu consigo suportar. Autocomiseração? Pode ser. Mas eu desabo. Espero que tenha alguém pra me segurar, mas continuo a cair, cair, cair… quando chego no chão, toda quebrada, vejo que não há ninguém. Só depende de mim. E dá vontade de ficar deitada no chão, chorando e perguntando “Por quê?”, desejando que uma catástrofe aconteça pra dor terminar logo, culpando a vida e xingando o mundo. E quando já nem tenho forças pra me debater e soluçar, percebo que nada mudou e nada mudará.
O vazio está ali. E por mais que eu queira escondê-lo, ou preenchê-lo com horas de internet, jogos, doces… não adianta. Ali está. Então vem o silêncio. Ensurdece. “Deus você está aí?”, questiono. Será que Ele me abandonou? Não. É que às vezes, no meio do deserto, só existe o silêncio. Respiro profundamente. Um suspiro sofrido.
E como uma criança que fez birra até cansar, vou me levantando. Não há nada ou ninguém. Só resta a mim mesma. Ele começa a iluminar o caminha logo a frente. Mas eu preciso de coragem e determinação para dar os passos seguintes. Vale a pena? Nesse momento eu não sei. Mas acho que vou continuar tentando. Aos poucos. Só por hoje.
Publicado por: kastutz em: dezembro 28, 2009
As palavras não fluem. Só lágrimas.
Um abraço no metrô. Segundos eternos. Minha vida de ponta cabeça.
Paixão avassaladora. Casa comigo?
Beijos e madrugadas. Risadas e segredos. Histórias.
Momentos tão bons.
Já nem sabia que podia ser bem tratada.
Ganhar uma flor em um dia comum.
Ter alguém que se preocupa.
Que é sincero.
Mas deu meia-noite.
A carruagem virou abóbora.
Mal consigo respirar.
Saudade.
Muita.
Seu silêncio me ensurdece.
Sua ausência me sufoca.
Me acorda desse pesadelo?
Publicado por: kastutz em: novembro 3, 2009
Hoje eu ouvi que fãs nunca vivem no mundo real. E fiquei pensando a respeito. Cheguei à conclusão de que ou eu sou um ser extra-terrestre, ou talvez não seja fã de verdade. Quer dizer, isso levando em conta a primeira frase.
Em primeiro lugar não acho que temos a obrigação de torcer por alguém só por ele ser brasileiro. Você pode ter simpatia, acompanhar… mas acho também que temos que ter o pé no chão. Dizer que o cara é o melhor do mundo pelo fato de ser brasileiro é ser muito fora da realidade. Acho que podemos até torcer para que ele se dê bem, mas tem coisa que passa do limite da razão.
Tenho simpatia por alguns pilotos, principalmente depois de começar a usar o Twitter. Mas não sei, acho que algumas coisas ficaram exageradas. Ou talvez antes eu não tivesse um contato tão direto com essas coisas.
Fã incondicional eu fui de dois pilotos: Mika Hakkinen e Jacques Villeneuve. Para o Mika eu comecei a torcer quando o carro dele só quebrava. Sim, na época eu era adolescente e poderia escolher um piloto apenas pela beleza. Mas eu achava que ele tinha futuro. E teve. Ganhou 2 títulos mundiais. A mesma coisa com o Villeneuve. Para dizer a verdade, eu via a Indy e não tinha muito um piloto preferido até ele ganhar as 500milhas de Indianápolis. Ele mandou muito bem. Ok, ele era muito bonito também, mas convenhamos, na época eu tinha 15 anos. Ganhou um título mundial na Indy e um na Fórmula 1. Depois fez péssimas escolhas, mas enfim, era um bom piloto.
Hoje, por mais que ame os dois, sei distinguir o sonho da realidade. Hakkinen já tem muita idade e o pior, está longe das pistas faz tempo. Muita coisa mudou desde que ele parou. O Jacques ainda corre, mas a Top Race da Argentina não é lá o melhor campeonato do mundo e mesmo assim ele manda muito mal lá. Nunca achei que ele voltaria para a Fórmula 1. E continuo achando que ele não voltará.
Pensando aqui com meus botões agora: será que também devemos torcer só por aqueles que vencem? Ok, acho que não. Mas podíamos ter o pá no chão. Sei lá. Comecei o texto pensando uma coisa e agora já não sei mas o que acho. Volto depois se chegar à alguma conclusão. rs
Publicado por: kastutz em: outubro 15, 2009
Hoje eu e uma galera bem legal fomos a um evento da Philips que tinha a presença do Nico Rosberg! Corremos de kart, foi muito bom! No próximo post, um resumo… aqui o Pod do Pezollo, que dá uma ideia de como foi um dia maravilhoso e extremamente divertido:
\o/
Valeu Philips!!!
Publicado por: kastutz em: setembro 27, 2009
Nessa madrugada de silêncio ensurdecedor eu não sei o que escrever. Quero postar sobre uma aventura que eu fiz essa semana… mas não consigo. Me sinto dispersa, perdida entre palavras e letras. Talvez por toda a agitação que se sucedeu, eu não sei. Não me sinto confortável.
O lance é que eu fui ver o Mario Moraes, piloto da Fórmula Indy, no aeroporto, não para tirar fotos e pegar autógrafos, mas porque ele havia dito que daria a luva dele autografada e como eu nunca ganho nada dessas promoções dos pilotos no Twitter, não tinha nada para fazer, fui até lá. Fiquei sabendo que o JP de Oliveira estaria por lá também, resolvi dar um tempo pra de repente encontrá-lo por lá. Para quem não sabe ele corre na Super GT do Japão e junto com o Tony Kanaan e o Antonio Pizzonia é um dos caras mais legais de Twitterville. É um cara que valeria ir encontrar no aeroporto, mas não para me descabelar e sair gritando, mas simplesmente porque parece ser uma pessoa maravilhosa para se bater um papo, como seres humanos “comuns”.
Não sei, apesar de entrar para a turma das #Faladeiras* e brincar muito com os pilotos no Twitter, não sou do tipo que se mataria para pegar um autógrafo. Nunca fui. Acho que o mais perto que cheguei disso foi ver o Villeneuve na F-Truck, mas convenhamos que o cara está quase aposentado e talvez fosse a última chance que eu teria de vê-lo de perto. E ele fez parte de toda a minha adolescência, meu muso inspirador rs Ele e o Hakkinen eram pra mim o que os Jonas Brothers são hoje para a meninada.
Sei que me preocupo demais com o que pensam de mim. E que sou extremamente auto-crítica. E fico pensando se pelo Twitter não passo a impressão de ser uma pessoa fútil… porque eu sei que me escondo atrás de uma “casquinha de glitter colorido”. Mas atrás dela tem mais coisa. Mas fico em um dilema, principalmente aqui no blog: o que devo postar? O que sinto vontade ou o que sei que vai agradar e dar mais audiência? Posts sérios não levam ninguém a lugar nenhum. Apesar de serem uma grande terapia para mim. Sim, gosto de escrever coisas (supostamente) engraçadas… e isso também é terapêutico.
Bem que a música que postei anteriormente fala “I don’t make sense at all”. E eu não faço. Sou metade cinza, metade purpurina. Sei lá, às vezes me sinto metade “drag queen escrachada que canta músicas das Spice girls com coreografia e tudo” e metade “poetisa inglesa no meio do fog de Londres apaixonada por palavras como ‘sorrow’, ‘pain’, ‘shades’, ‘tears’, ‘rain’”…
No fundo acho que esse meu lado deprê pode afastar as pessoas de mim, então me escondo atrás da minha outra personagem. A que vai falar com todo o mundo, ser gentil, de bem com a vida. Ainda que não seja isso que sinta na hora.
Somo todos personagens, afinal.
Esse post é melhor digerido se acompanhado desta trilha sonora:
Publicado por: kastutz em: setembro 16, 2009
It’s perfect
Because this is one of the best Mika’s songs
Because this is the best “My Interpretation” performance
Because he is gorgeous in this video
Because boys that play piano are really charming
Because if I ever talk to you again, this is not about emotion
Because I don’t need a reason not to care
Because this is my interpretation
Because I don’t make sense